Tô só divagando, seu moço

21/02/2010

Moço,
Quando o céu acinzentar e a vida escorrer
Me leve daqui, pra junto de ti
Onde eu possa usar o vestido até o pé
Um laço ele tem, azul ele é

Ei, moço,
Não me esqueça aqui, senão eu choro por ti
E assim não sei nem que graça a vida tem
Quando a poeira baixar, juro, não vou reclamar
Pois tendo você eu só quero amar

Psiu, moço,
Quando a chuva cair em nossas cabeças
Me abrace bem forte, me dê sua mão
Vamos passear, só quero estar
Com você, meu bem, pra sempre, meu bem.

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Para tudo sempre tem uma estreia: meu primeiro poema

06/07/2009

É bonita, a menina.
Ela passa, sorri, prende o cabelo, ela fica bonita – mais, mais bonita.
Olha a beleza da menina, atarefada, acorda, sonha, e suspira.
A gargalhada bonita da guria aparece junto com o príncipe, moreno e galego – os dois, como pode?
E quando tem presente da mãe, cor de rosa, de menina, também se alegra a bonita.
Ela tenta, faz cara de moça, se arruma, adulta ela quer ser, mas não tem jeito, é bonita, a menina.

Sentei na frente do computador, encarei o cursor piscando na tela branca do Word e o texto saiu, bobinho e curtinho, simples assim. Pra você, Lu – menina bonita de boniteza que todos veem por fora, e alguns têm o privilégio de ver por dentro.